Vinho e Longevidade
Quem bebe vinho às refeições, moderada e regularmente, morre mais tarde e tem melhor qualidade de vida.
O envelhecimento das células, dos tecidos e do organismo como um todo é uma ação dos Radicais Livres. O organismo produz substâncias que são neutralizadoras dos Radicais Livres. Mas esta produção diminui com o aumento da idade. Isso é trágico, pois desse modo ficamos mais expostos aos processos biológicos do envelhecimento conforme envelhecemos.
Como os vinhos, mormente os tintos, são ricos em polifenóis que são potentes eliminadores de Radicais Livres, é fácil entender o efeito anti-envelhecimento dessa bebida. As localidades no mundo onde as pessoas são mais longevas são, quase todas, regiões vitivinícolas.
Pesquisadores de Harvard conseguiram com o Resveratrol (que existe em abundância nos vinhos tintos) ativar o gen Sir2, que estabiliza o DNA e com isso diminui o declínio celular. Dessa maneira eles conseguiram aumentar em 70% a vida de alguns seres unicelulares e em 33% a da mosca da fruta. Pesquisadores italianos conseguiram também de um modo semelhante aumentar a vida de uma espécie de peixe africano em até 50%.
Esses são dados experimentais e em animais muito simples. Embora muito animadores esses resultados ainda não podem ser transpostos para o homem.


